Vamos todos cirandar (cópia)

O COQUEIRO DE TÃO ALTO, DE TÃO ALTO, VÊ O CÉU. EU CONHEÇO MEU BENZINHO PELA COPA DO CHAPÉU.
Quem nunca brincou de roda, cantando e gargalhando? A dança de roda embalada pelas cantigas faz parte da cultura da infância e do cancioneiro nacional. Fazendo um cuidadoso resgate da tradição oral brasileira, os autores e pesquisadores Marco Haurélio e Lucélia Borges mergulharam na cultura do sertão de nosso país, para entregar aos leitores o melhor dos nossos versos, quadras, canções e romances orais, todos ilustrados com pinceladas de sonhos e de imaginação infantil.
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Obra:

Edição:

Dimensões: 23.5x20cm

Conteúdo:

Temas:

Quem escreveu?

Marco Haurélio e Lucélia Borges

Marco Haurélio nasceu e cresceu em Ponta da Serra, no interior da Bahia. Sua avó, dona Luzia, era uma grande contadora de histórias, daquelas transmitidas de geração para geração. Foi assim que ele se apaixonou pelas palavras e pela magia da tradição oral, tornando-se poeta, professor e pesquisador da literatura de cordel. Marco se dedica em suas obras à preservação e à divulgação desses textos da cultura brasileira por todo o país.

 

Lucélia Borges nasceu em Bom Jesus da Lapa, sertão da Bahia, e viveu muitos anos em Serra do Ramalho, junto de sua bisavó Maria Magalhães Borges (1926-2004), renomada mestra da cultura popular. Com uma reconhecida carreira de produtora cultural, artista plástica, xilogravadora, contadora de histórias e terapeuta, dedica-se à pesquisa sobre manifestações tradicionais do interior baiano. Ilustrou diversas capas de folhetos para cordéis e livros como A jornada heroica de Maria e Contos encantados do Brasil, ambos de Marco Haurélio, entre outros. Em 2018, a convite do Sharjah Institute for Heritage, esteve nos Emirados Árabes Unidos ministrando oficinas de xilogravura para crianças.

Quem ilustrou?

Aline Guimarães

Aline Guimarães Vive em Teresina, no Piauí. É artista visual, ilustradora, pintora, muralista, arte-educadora e performer. Seu trabalho é uma contação de histórias ancestrais, que passa pela brincadeira das crianças à sabedoria dos idosos. Pensando em trazer perspectivas de pertencimento e cuidado aos territórios e memórias ancestrais, tem ilustrado publicações com essa temática e participado de festivais de muralismo/arte urbana de abrangência internacional.

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